sábado, 12 de dezembro de 2015

POR UM BRASIL JUSTO E DOMOCRÁTICO!

POR UM BRASIL JUSTO E DEMOCRÁTICO

'Ganhos dos últimos 12 anos acabarão devolvidos com juros e correção'

No lançamento do 'Por um Brasil Justo e democrático' em BH, economistas alertam que é preciso mudar a política econômica. 

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

DINHEIRO NA BIBLIA

DINHEIRO NA BÍBLIA!

Melhor é o pouco do justo
do que a riqueza de muitos ímpios; 
Salmos 37:16
De nada vale a riqueza no dia da ira divina,

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

SOBRE O FILME - ADVOGADO DO DIABO

"Advogado do Diabo "
Myriam Silveira Vianna -
Membro efetivo da SBPRP
.....FALANDO DO DIABO.....
Nada é mais imundo do que amar a sua mulher como amante.
São Jerônimo 

Metaforicamente, todos nós queremos ser filhos de Deus. O Diabo também é. Mas quem de nós quer compartilhar genes fraternos com o Diabo? Mas, desejemos ou não, o escuro, a sombra, o mal nos habitam junto com o bem.

TEOLOGIA DA LIBERTACAO


UM POUCO DE HISTÓRIA.


Os evangélicos e a Teologia da Libertação 20/9/2010

domingo, 6 de dezembro de 2015

O VERDADEIRO ESPÍRITO DO NATAL!


DEUS SE ENCARNOU!









Lucas 2
1 E aconteceu naqueles dias que saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo se alistasse
2 (Este primeiro alistamento

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

AJUSTE E GOLPE


A luta contra o ajuste fiscal está associada à luta contra o golpe

03/12/2015

No lançamento do documento 'Por um Brasil Justo e Democrático' no RJ, lideranças

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

NINGUEM É SUPERIOR A NINGUÉM!

NINGUÉM É SUPERIOR A NINGUÉM!



"Quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser o opressor."
Paulo Freire
(Inserção feita em 21/04/2016)

Certo dia, uma mulher avistou um mendigo, sentado numa calçada na rua.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

AGROTÓXICOS SÃO DO MAL, SIM!

Agrotóxicos são do mal, sim!

Quem faz uso do agrotóxico combate o efeito (a praga) e não a causa (os fatores que a geram), daí a necessidade de seu uso contínuo, sem regra nem trégua.

domingo, 29 de novembro de 2015

sábado, 21 de novembro de 2015

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

domingo, 18 de outubro de 2015

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Isso é o capitalismo! Beleza não é?

Horrores do capitalismo: os caras no Japão que moram em cabines de cibercafés 

cibercafé
Um espectro ronda o Brasil… o espectro do ANTICOMUNISMO! Em toda parte, só se fala disso. A mídia nem cora ao ecoar artigos escritos por reacionários contra o “perigo bolchevique”. E a toda hora, nas redes sociais, perfis de direita idosos e jovens com pouca leitura cuidam de espalhar a ignorância e o terror com histórias sobre as mortes (de comunistas, inclusive) na União Soviética, que acabou há quase 25 anos.
Todo esse barulho meio bizarro serve para esconder dos incautos que o capitalismo matou e continua matando hoje em dia milhões de pessoas ao redor do planeta, de fome, de doenças, de pobreza ou por suicídio. A paranóia anticomunista rediviva tenta ocultar dos cidadãos a realidade sobre a falência do capitalismo. Em vários países ditos “desenvolvidos”, a desigualdade social cresce e o abismo entre pobres e ricos se faz cada vez maior. Atualmente, entre os 34 membros da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), adeptos da economia de livre mercado, México, Turquia, Estados Unidos e Japão ocupam o topo do ranking da desigualdade.
No Brasil, ao contrário, a desigualdade vem fazendo movimento oposto e caindo ano a ano. Com todas as críticas que temos ao partido, o modelo adotado pelo PT, que a direita quer substituir, enfatiza a diminuição da desigualdade social. Deixar os neoliberais voltarem ao poder seria o mesmo que assinar embaixo da adoção de um modelo que está aumentando o número de pobres no “primeiro mundo”.
cibercafé1

Quarta economia do planeta, o Japão é um caso especial: a pobreza não pára de crescer por lá. Hoje, um em cada seis japoneses vive em condição de pobreza relativa, segundo a pesquisa sobre condições de vida do ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar de julho de 2014. O índice de pobreza infantil alcançou 16,3%. São as cifras mais altas da história. Nada menos que 59,9% dos japoneses disseram enfrentar “graves dificuldades econômicas”. Aumentaram também os lares com mulheres como cabeça de família, criando sozinhas seus filhos e com um emprego precário. Em julho passado, o economista-chefe da OCDE, Rintaro Tamaki, alertou para a falta de debate sobre a desigualdade no país.
Essa terceiromundização do Japão fica ainda mais impactante quando descobrimos que existe por lá, naquela nação riquíssima, um grupo crescente de pessoas que vivem em cibercafés (lan-houses) porque não conseguem pagar aluguel de um local para morar. É isso mesmo que você entendeu: eles dormem nas cabines com computador, pagando por hora para passar a noite, tomar um banho e usar os depósitos com chave para guardar seus pertences. São chamados de “refugiados dos cibercafés” ou “sem-teto dos cibercafés”.
cibercafé3

A desigualdade entre os jovens, um fenômeno inédito na sociedade japonesa, explodiu. Segundo o economista japonês Takuro Morinaga, “este é o legado do que popularmente se chama ‘a idade do gelo do emprego’, período que começou em meados dos anos 1990, quando, depois do estouro da bolha financeira, as empresas interromperam a contratação de recém-formados”. Diminuíram os empregos fixos e aumentaram os temporários, que mantêm trabalhadores ganhando 40% menos e em condições instáveis, chamados de “freeters” (jovens que saltam de um emprego temporário a outro).
Em março deste ano foi lançado um documentário curto sobre os refugiados dos cibercafés a partir do trabalho da premiada fotógrafa Shiho Fukada sobre os “trabalhadores descartáveis” no Japão. Além deste, há outros dois episódios: um sobre os suicídios de trabalhadores por excesso de trabalho na década de 1990 e outro sobre o número de desempregados e idosos em Osaka, a maioria deles sem-teto (assista a todos aqui).
cibercafé4

O documentário sobre os sem-teto dos cibercafés, com legendas em inglês, mostra um pouco da rotina de Fumiya, um segurança de 26 anos que mora há dez meses num cibercafé. E a de Tadayuki Sakai, que, após deixar seu emprego de 20 anos numa empresa de cartão de crédito, se “mudou” para uma cabine. São seres, sobretudo, solitários. “Não tenho nada que me prenda ao Japão”, diz Sakai. “Só posso contar comigo mesmo.”
O mundo de “oportunidades” do livre mercado pelo visto não é para todos. Este é o primeiro de uma série de posts do blog sobre os horrores do capitalismo –que são atuais, não é coisa de um século atrás. Vem muito mais por aí. Assista o doc.
UPDATE: um leitor mandou para mim outro vídeo, curto (na verdade um trailer), da brasileira Raquel Diniz sobre a situação dos idosos sem emprego em Osaka, onde existe uma favela escondida. As sobras do capitalismo. “O Brasil devia seguir o exemplo do Japão”, diz a direita. Será?